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sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Matando o planeta Terra...


Incêndios no Brasil cresceram 70%. Amazónia é a zona mais afectada
O número de incêndios no Brasil cresceu 70% este ano, em comparação com período homólogo de 2018, tendo o país registado 66,9 mil focos até ao passado domingo, com a Amazónia a ser o bioma mais afectado.
De acordo com a imprensa brasileira, que cita dados do "Programa de Queimadas" do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o bioma (conjunto de ecossistemas) mais afectado é o da Amazónia, com 51,9% dos casos, seguindo-se o cerrado - ecossistema que cobre um quarto do território do Brasil - com 30,7% dos focos registados no ano.(ler artigo).

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Os incêndios e a chantagem sobre o Governo

Ninguém é insensível à dor e ao luto dos que perderam os entes queridos, no inferno dos fogos, e os haveres na voragem das chamas, mas há abutres que continuam atraídos pelo odor dos cadáveres e exploração dos sentimentos, sem respeito pelos defuntos.
 Curiosamente, ninguém pergunta aos autarcas o que fizeram para prevenir incêndios e o que falhou nos planos de protecção civil, que lhes cabia elaborar e executar; ignora-se a EDP, cujos fios de alta tensão atearam fogos; esquecem-se incendiários que a PJ filmou em flagrante; isentam-se os donos das matas das obrigações de limpeza. Há quem ganhe com a desgraça e capitalize danos, enquanto a direita procura incinerar o Governo nos fogos que espevita.
 Deixemos repousar os mortos e as famílias fazerem o luto, que as filmagens impedem e a oportunidade de aparecer na televisão, com o PR, dificulta.
É altura de saber por que motivo não há quem peça a um juiz que permita o acesso aos seguros dos que os tinham; se há forma de punir quem, tendo seguro, se candidatou aos subsídios concedidos; se é permitido vender as casas feitas para quem não as habita, e se deviam ser reconstruídas outras, onde os ex-moradores não querem voltar.
 O circo mediático e os partidos da direita, ansiosos por acusarem este Governo e inaptos para escrutinarem IPSS de direito canónico, caucionam oportunismos e desonestidades.
 Sob o ponto de vista material chegam ecos de que só há beneficiários e de que a pressão mediática levou a construir casas onde apenas havia ruínas, já isentas de IMI, para além de terem – e bem –, sido dotadas de instalações sanitárias as casas que não as tinham.
 Na tempestade de afectos, por entre ralis de beijos e gincanas de abraços, a repetição dos itinerários oculta e estimula o oportunismo que medra no húmus da desgraça. O decoro e o pudor deviam moderar as filmagens de missas, viagens e encontros nos locais que a tragédia mediatizou. A dor não deve alimentar vaidades e oportunismos e, muito menos, benefícios indevidos e obscenos.
 Ontem, o presidente das CEP relembrou os incêndios, para exumar os cadáveres para a mensagem de Natal. Referiu os corpos carbonizados e esqueceu 13 mortos e 52 feridos esmagados, à saída da procissão, em 15 de agosto, por um carvalho paroquial da igreja do Monte, no Funchal. Omitiu os que se finaram porque Deus foi servido de os chamar, e lembrou os que morreram por incúria do Governo da República.
 O PR, que, depois de regressar do Funchal, não consta ter rezado uma só novena pelos mortos da procissão, regressou hoje, em pio necrotropismo, a mais uma missa, a apelar aos portugueses para visitarem as zonas ardidas de Pedrogão.
 Ámen. 

(Artigo de Carlos Esperança https://www.facebook.com/carlos.esperanca.)

domingo, 16 de julho de 2017

Recado ao Pedro...e amigos.

Recado ao Pedro:
Eu vou-te avivar a memória, já que não te lembras daquilo que fizeste quando eras Primeiro Ministro.
A primeira medida que tomaste foi o aumento do IVA, recordas?
Dessa medida resultou a falência de milhares de PMEs e o desemprego de milhares de trabalhadores.
Milhares de pequenos empresários ficaram sem meio de vida, cheios de dívidas viram-se obrigados a entregar casas aos bancos e a pedir esmola.
Conheci vários que se mataram dentro das empresas em desespero porque como eram empresários nem direito tinham a um subsídio de desemprego.
O desemprego disparou para níveis nunca vistos neste país.
As IPSSs, a Cáritas e outras organizações de Solidariedade Social não tinham mãos a medir para atender pedidos de ajuda de famílias inteiras que sem apoios da Segurança Social estavam a passar fome e desesperadas sem conseguirem fazer face ás despesas básicas.
Milhares de famílias foram atiradas para a rua, despejadas das suas casas pela Banca, por senhorios e pelas Finanças através de penhoras por dívidas ao Estado, quando muitas dessas dívidas eram de valor inferior ao valor real das habitações.
Depois vieram os cortes nas pensões de reforma, no complemento solidário para idosos, nas pensões de viuvez, nos abonos de família e nas pensões não contributivas como por exemplo no RSI que cortaste a torto e a direito sem olhar a quem e sem apelo nem agravo.
Aumentaste o IMI, começaste a cobrar IUC sobre veículos independentemente de estarem ou não em circulação, chegando ao ponto de cobrares esse imposto a quem nem carro tinha ou sobre veículos já abatidos há anos.
Aumentaste impostos na gasolina, no gasóleo, no tabaco, nas bebidas alcoólicas, aumentaste as portagens e todos esses aumentos foram reflectir-se no aumento do custo de vida que como é óbvio foi mais sentido pelas classes sociais mais frágeis e carenciadas.
Criaste as taxas moderadoras e com essa medida muitos idosos deixaram de ir ao médico ou aos hospitais.
Fechaste Centros de Saúde, Maternidades e Hospitais e muitos idosos morreram por falta de assistência médica, mas também jovens e parturientes morreram por falta de cuidados médicos.
Doentes oncológicos viram as suas cirurgias adiadas e sem cuidados continuados.
Doentes crónicos ficaram sem médicos de família e sem comparticipação em medicamentos imprescindíveis ao tratamento das suas doenças.
Lembras-te dos doentes com Hepatite C a quem negaste um medicamento que podia salvar vidas e mesmo curar?
Deu até azo a manifestações populares na AR que a tua amiga Assunção Esteves reprimiu e mandou deter alguns doentes que se manifestavam indignados e com razão!
Não eram suicidas, mas tu querias bem lá no fundo que fossem para poupares algum. Fazia-te jeito para ficares bem visto perante a Troika e a tua amiga Merkel.
Fechaste escolas e fizeste dos professores e das suas vidas gato sapato, obrigando-os a andar em Bolandas sem saberem o que fazer e onde ir!
Mudaste Freguesias, alteraste comarcas, encerraste Tribunais e deste com os juízes e advogados em doidos com a porcaria do sistema Citius todo baralhado.
Esqueceste essa cena?
Eu lembro-te.
Dessa confusão resultaram prejuízos para empresas, para cidadãos e para todo o país que nunca mais se vai recuperar!
Pais que perderam a guarda dos filhos conheci 19, 5 mataram-se.
Fora os que não conheço e olha que não conheço muita gente.
Mães que se viram sem as pensões de alimentos por culpa da baralhada com o Citius foram milhares.
Uma era professora e o filho era deficiente.
Atirou-se da varanda de um hotel.
Mas também houve mães que envenenaram os filhos e a seguir mataram-se porque não tinham nem emprego nem apoios e nem ajuda de psicólogos.
Sabes Pedro, moro em Almada.
Fui obrigada a vir morar para aqui.
Não, não foi culpa tua.
As coisas neste país já não estão bem há muitos anos.
Realmente apanhaste o país num grande caos económico, mas mesmo assim se fosses honesto e um bom gestor terias evitado cortar onde mais doeu!
Os cortes atingiram os mais fracos e para recuperar um país começa-se por por ordem nas finanças públicas cobrando impostos aos que não pagam.
Mas para o fazeres, para cobrares aos que sempre fugiram aos impostos terias de começar por ti, não é assim?
E depois os teus amigos e financiadores não iriam gostar nada de terem de alargar os cordões à bolsa.
Mas como te dizia, vim viver para Almada há uns anos e sabes, aqui temos uma Ponte onde todos os dias durante o teu governo assistimos a muitos suicídios.
E também temos o Metro que não é subterrâneo, é como um eléctrico sabes?
Pois volta e meia para não dizer uma a duas vezes por semana, lá se tinha de chamar o INEM por causa de um velhote ou velhota que "escorregava" e caía à linha!
E quantos eu vi a chorar de vergonha por serem apanhados no supermercado a guardar uma lata de salsichas ou de atum na mala ou num bolso do casaco!!
E outros a saírem da farmácia sem aviar a receita porque a reforma tinha encolhido e os filhos tinham-se mudado lá para casa e estavam desempregados e sem subsídios de desemprego!
Sabes Pedro, sabes qual é o teu mal?
Teres tido um pai fantástico e uma mãe que tudo te desculpou.
Os anos de cabulice, as más notas no liceu, as noitadas na vadiagem, a vida boémia, as drogas, a pouca ou nenhuma vontade de estudar ou trabalhar e a falta de respeito por toda a gente.
Tu não tens noção da quantidade de vidas que deste cabo ao longo da tua vida, não só nos quatro anos em que te tivemos de aturar como Primeiro Ministro, mas desde que te conheci quando vivias na Rua República da Bolívia.
Tenho pena de não ter adivinhado naqueles anos naquilo em que tu te irias transformar!
A sério Pedro.
Naquele dia em que chamei a PSP de Benfica e evitei que a malta do Bairro do Charquinho te desse um arraial de porrada, se eu tivesse adivinhado no que te irias transformar, eu tinha fechado os olhos e fingido que te tinhas atirado da varanda do quinto andar.
Teria evitado tanta coisa, até ouvir as alarvidades que continuas a atirar pela boca fora.
Tantos anos depois e continuas a ser o mesmo chulo que conheci na nossa adolescência e juventude.
Olha Pedro, queres um conselho?
Reforma-te da política e mete uma rolha na boca ou um dia destes apareces suicidado nalguma esquina da vida.
É que nem todos os que te conhecem bem são tão pacíficos e compreensivos como eu e como a malta que te aparou as pancas lá em Benfica, tu sabes bem na casa de quem.
Espero que a Laura recupere depressa da maldita doença.
Ela não merece tanto sofrimento!
E se um dia nos voltarmos a cruzar nalguma rua de Lisboa vira o rosto, para que eu não me sinta tentada a sujar as minhas mãos na tua cara.
É que eu tentei duas vezes o suicídio por tua causa quando me vi atirada para a rua sem qualquer apoio e a lutar contra o cancro e sem ajuda psiquiátrica.
Não acertei na dosagem.
Não tinha de ser.
Quem sabe o que a vida me reserva?
Talvez me reserve a felicidade de te ver a ti Pedro e aos teus amiguinhos (tu sabes a quem me refiro) atrás das grades e a pagares pelos milhares de vidas dos que se suicidaram ou tentaram em desespero por vossa causa!

Assino o nick com que me conhecias: Nini Nilo

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Trump diz adeus a Paris.

Donald Trump confirmou ontem a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris sobre as alterações climáticas, tornando-o num dos três países, a par da Síria e Nicarágua, que ficam fora do entendimento e distanciando-se dos seus aliados.

As grandes empresas americanas não ficaram também satisfeitas com o anúncio de Trump. Os líderes de 25 grandes empresas, num apelo de última hora, haviam endereçado uma carta ao presidente para que este mantivesse os EUA no acordo - entre eles estavam os CEO de gigantes como Apple, Google, Facebook, Microsoft e Unilever. Já o CEO da petrolífera ExxonMobil, Darren Woods, escreveu uma carta pessoal ao presidente dos EUA, na qual garantia que o país estava "bem posicionado para competir" com o estabelecido no acordo. (ler mais)

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Isto sim...é a política da direita!

Artigo de Vital Moreira: “Noviconstituição”
 “Todos têm a liberdade individual de frequentar o ensino privado em vez do ensino público, visto que este não é obrigatório; mas todos têm direito ao ensino público (como têm o direito de recorrer ao SNS ou ao sistema público de segurança social) sem terem de recorrer ao ensino privado.”
“…em 2010, Passos Coelho propunha a substituição do art. 75.º da Constituição, que passaria a dizer que o Estado assegura a cobertura das necessidades de ensino de toda a população, através da existência de uma rede de estabelecimentos públicos, particulares e cooperativos, promovendo a efectiva liberdade de escolha”. (ler tudo)

sábado, 27 de julho de 2013

Inocência, diversão ou irresponsabilidade?



            Afinal em que ficamos?
           Serão precisas mais provas para tiramos conclusões?
           Não mandem mais areia para os olhos dos portugueses!...