Para quem se apresenta publicamente num Blogue, após abandono profissional, e procura assuntos para evolução cultural (minha primeira etapa), terá que ter alguma coragem e poder de aventura. Humildemente realizarei apresentações, informarei o conveniente e respeitarei as amizades que possam surgir. Dos amigos que tenho e aos que se poderão juntar, espero um envolvimento construtivo. O meu abraço de agradecimento. António Rosa.
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terça-feira, 27 de agosto de 2019
domingo, 30 de setembro de 2018
O CABELEIREIRO PORTUGUÊS...
O dia em que Marcelo encontrou Trump
e lhe explicou que "Portugal não é os EUA"
"Foi um encontro caloroso", concluiu o Presidente da
República, Marcelo Rebelo de Sousa, após a reunião desta quarta-feira na Casa Branca
com o seu homólogo, Donald Trump. Antes do encontro, os dois conversaram sobre
futebol. Questionado por Trump se seria possível Cristiano Ronaldo
candidatar-se a presidente, Marcelo respondeu: "Eu venceria... Portugal não é os Estados Unidos".
quarta-feira, 18 de abril de 2018
A razão de eu não poder ser político...
Quando Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem
decidiu dar-lhes apenas duas virtudes.
Assim:
- Aos Suíços fê-los estudiosos e respeitadores da lei(?)
- Aos Ingleses, organizados e pontuais.
- Aos Argentinos, chatos e arrogantes (?)
- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.
- Aos Italianos, alegres e românticos.
- Aos Franceses, cultos e finos (?)
- Aos Portugueses, inteligentes, honestos e políticos.
O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de
medo, indagou:
- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas
virtudes, porém, aos portugueses foram dadas três! Isto não os fará soberbos em
relação aos demais povos da terra?
- Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor. Isto é
verdade!
- Façamos então uma correção! De agora em diante, os
portugueses, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum
deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os demais povos!
- Assim, o que for político e honesto, não pode ser
inteligente.
- O que for político e inteligente, não pode ser honesto.
- E o que for inteligente e honesto, não pode ser
político.!!!!!!
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
Há dias assim!...
Numa manhã, a professora pergunta ao aluno:
- Diz-me lá quem escreveu “Os Lusíadas”?
O aluno, a gaguejar, responde:
- Não sei, Sr.ª professora, mas eu não fui. E começa a chorar.
A professora, furiosa, diz-lhe:
- Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai!
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
- Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu ”Os Lusíadas” e
ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele…
Diz o pai:
- Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque
não foi. Já se fosse o irmão…
Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na
passagem pelo posto local da GNR, diz-lhe o comandante:
- Parece que o dia não lhe correu muito bem…
Confessa a professora:
- Pois não, imagine que perguntei a um aluno quem escreveu “Os
Lusíadas” e respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.
O comandante do posto:
- Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um “aperto”, e vai
ver que ele confessa tudo.
Já com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido
sentado no sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
- Então o dia correu bem?
Desabafa a mulher:
- Ora, deixa-me cá ver. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu “Os
Lusíadas” começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a
chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da GNR
quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto?
O marido, confortando-a:
- Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se
calhar foste tu e já não te lembras…
sábado, 8 de julho de 2017
quinta-feira, 9 de março de 2017
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
domingo, 17 de abril de 2016
sábado, 16 de abril de 2016
terça-feira, 5 de abril de 2016
A letra "P"
Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso...
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor
português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque
preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para
poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora.
Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas
pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas,
porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir
para Portugal para pedir permissão para Papai para permanecer praticando
pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus,
pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu
penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras
pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas
picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações,
pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando
Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos,
pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos,
perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo.
Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo
pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente
para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para
Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos
portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
Parto, porém penso pintá-la permanentemente,
pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais,
porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu
prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir
praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez percurso
percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém,
Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar
pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente
prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai proferiu Pedro Paulo, pinto
porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para
poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo
pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu
prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita:
pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir
peregrinando.
Primeiro, pegaram
peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas,
pirarucus.
Partindo pela picada
próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles
primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo
próximo, pedreiro profissional perfeito.
Poucas palavras proferiram, porém prometeu
pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente
Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois
precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar
prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas
paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo. Pereceu pintando...
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência,
pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto,
pronto pararei.
sábado, 21 de novembro de 2015
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
sábado, 3 de outubro de 2015
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
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