Para quem se apresenta publicamente num Blogue, após abandono profissional, e procura assuntos para evolução cultural (minha primeira etapa), terá que ter alguma coragem e poder de aventura. Humildemente realizarei apresentações, informarei o conveniente e respeitarei as amizades que possam surgir. Dos amigos que tenho e aos que se poderão juntar, espero um envolvimento construtivo. O meu abraço de agradecimento. António Rosa.
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quinta-feira, 27 de junho de 2019
terça-feira, 16 de abril de 2019
Só poderia ser obra de Latinos...
Stonehenge foi feito por antepassados
de portugueses.
Populações que viviam nos territórios hoje ocupados por Portugal e
Espanha povoaram as ilhas britânicas no neolítico, em 4 mil A.C., avança novo
estudo.
As ilhas britânicas foram povoadas no neolítico (4 mil a.C.) por
populações que viviam na Península Ibérica. Essa é a conclusão de um estudo
publicado na revista especializada Natura Ecology & Evolution, que, através
da análise ao ADN de ossos de homens do neolítico encontrados na Grã-Bretanha,
mostra que os antepassados do povo que construiu Stonehenge três séculos antes
do nascimento de Cristo saíram da Anatólia, viajando pelo Mediterrâneo até à
Ibéria, de onde partiram mais tarde para norte.
quarta-feira, 7 de junho de 2017
quarta-feira, 31 de maio de 2017
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Bilhete postal
Conta-se que numa
povoação do interior, nos tempos da monarquia, um grupo de pessoas se divertia
com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de
recados e de pequenas esmolas.
Diariamente
chamavam o “idiota” à feira onde se reuniam e ofereciam-lhe a escolha entre
duas moedas: uma grande, de 400 reis, e outra menor, de 2.000 reis.
Ele escolhia
sempre a moeda maior, a menos valiosa, o que era motivo de risota para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e
perguntou-lhe se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
– Eu sei –
respondeu o tolo – que ela vale cinco vezes menos, mas no dia em que eu
escolher a outra, a brincadeira acaba e nunca mais irei ganhar a minha moeda.
VÁRIAS CONCLUSÕES:
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre o é.
A segunda: Quem são os verdadeiros idiotas?
A terceira: Se formos gananciosos, acabamos por
estragar a nossa fonte de rendimentos.
A quarta: É gratificante a percepção de que podemos
estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Assim, o importante não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos.
Lição de bom proveito: O maior prazer da pessoa
inteligente é fazer-se de idiota, diante do idiota que se julga inteligente.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
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