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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Abaixo a incompetência...


Opinião por: João Leão - Economista
O cenário macroeconómico do PSD: um buraco de 4.750 milhões
No passado, este tipo de exercícios de magia acabou por resultar em derrapagens, orçamentos retificativos e cortes nos rendimentos.
O cenário macroeconómico do PSD: um buraco de 4.750 milhões de euros no défice orçamental que antecipa cortes nas pensões, salários e SNS.(ler artigo...)

sábado, 4 de maio de 2019

A caça ao voto e a irresponsabilidade...


              
Crise política apanha Marcelo de surpresa...

A jogada foi de alto risco, mas António Costa tem o alvo bem definido para a campanha eleitoral que está à vista (ler mais)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Presidente de uma só cor?!


Lei de Bases da Saúde: A ideologia do partido único?
A questão da Lei de Bases da Saúde constitui uma das mais acesas discussões políticas e ideológicas das últimas três décadas, tornando mais visíveis os campos dos negócios, de um lado, e dos valores humanistas, por outro, no delicado sector da Saúde.
…..
Aquilo que esses sectores partidários defendem é que o orçamento público assegure a construção de unidades de saúde, as entregue para serem geridas a empresas privadas e ainda por cima lhes garanta o financiamento da sua actividade

(Se não importa se a gestão é pública ou privada, perguntem, por exemplo, aos principais accionistas do Grupo Sonae ou do Grupo Amorim se lhes é indiferente entregar a gestão das suas empresas a pessoas da sua confiança que lhes garantam lucros para o seu investimento ou que esses cargos sejam ocupados por nomeados por um governo e cujos lucros não revertam para o bolso dos accionistas, mas que sejam dirigidos para resolver problemas sociais.
Todos temos a certeza, fácil, de qual seria a resposta!)

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Notícias além fronteiras...



De El País:

Silvano, el diputado portugués que está en dos sitios a la vez.


O deputado Silvano tem o dom da onipresença, talvez seja por isso que ele não é um deputado comum. Ele é o secretário-geral do primeiro partido de Portugal, o Partido Social Democrata (PSD). Silvano está no Parlamento de Lisboa e ao mesmo tempo em Vila Real, a 400 quilómetros de distância. Como sua actividade milagrosa é difícil de acreditar, o presidente da Câmara e o gabinete do Procurador Geral do Estado investigam as habilidades de Silvano.(ler artigo...)

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Os incêndios e a chantagem sobre o Governo

Ninguém é insensível à dor e ao luto dos que perderam os entes queridos, no inferno dos fogos, e os haveres na voragem das chamas, mas há abutres que continuam atraídos pelo odor dos cadáveres e exploração dos sentimentos, sem respeito pelos defuntos.
 Curiosamente, ninguém pergunta aos autarcas o que fizeram para prevenir incêndios e o que falhou nos planos de protecção civil, que lhes cabia elaborar e executar; ignora-se a EDP, cujos fios de alta tensão atearam fogos; esquecem-se incendiários que a PJ filmou em flagrante; isentam-se os donos das matas das obrigações de limpeza. Há quem ganhe com a desgraça e capitalize danos, enquanto a direita procura incinerar o Governo nos fogos que espevita.
 Deixemos repousar os mortos e as famílias fazerem o luto, que as filmagens impedem e a oportunidade de aparecer na televisão, com o PR, dificulta.
É altura de saber por que motivo não há quem peça a um juiz que permita o acesso aos seguros dos que os tinham; se há forma de punir quem, tendo seguro, se candidatou aos subsídios concedidos; se é permitido vender as casas feitas para quem não as habita, e se deviam ser reconstruídas outras, onde os ex-moradores não querem voltar.
 O circo mediático e os partidos da direita, ansiosos por acusarem este Governo e inaptos para escrutinarem IPSS de direito canónico, caucionam oportunismos e desonestidades.
 Sob o ponto de vista material chegam ecos de que só há beneficiários e de que a pressão mediática levou a construir casas onde apenas havia ruínas, já isentas de IMI, para além de terem – e bem –, sido dotadas de instalações sanitárias as casas que não as tinham.
 Na tempestade de afectos, por entre ralis de beijos e gincanas de abraços, a repetição dos itinerários oculta e estimula o oportunismo que medra no húmus da desgraça. O decoro e o pudor deviam moderar as filmagens de missas, viagens e encontros nos locais que a tragédia mediatizou. A dor não deve alimentar vaidades e oportunismos e, muito menos, benefícios indevidos e obscenos.
 Ontem, o presidente das CEP relembrou os incêndios, para exumar os cadáveres para a mensagem de Natal. Referiu os corpos carbonizados e esqueceu 13 mortos e 52 feridos esmagados, à saída da procissão, em 15 de agosto, por um carvalho paroquial da igreja do Monte, no Funchal. Omitiu os que se finaram porque Deus foi servido de os chamar, e lembrou os que morreram por incúria do Governo da República.
 O PR, que, depois de regressar do Funchal, não consta ter rezado uma só novena pelos mortos da procissão, regressou hoje, em pio necrotropismo, a mais uma missa, a apelar aos portugueses para visitarem as zonas ardidas de Pedrogão.
 Ámen. 

(Artigo de Carlos Esperança https://www.facebook.com/carlos.esperanca.)

terça-feira, 17 de novembro de 2015

O que lhes resta?

Depois dos patrões, Cavaco vai receber os donos do dinheiro (nosso). 
Os portugueses de "importância" resume-se a este grupinho. O resto são os contribuintes

sábado, 7 de março de 2015

domingo, 30 de novembro de 2014

Oráculo?!

Caros:
O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos E os caracteres corrompidos. A pratica da vida tem por única direcção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não existe nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Já se não crê na honestidade dos homens públicos. A classe media abate-se progressivamente na imbecilidade e inercia. O Povo está na miséria. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente. O Desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima para baixo! Todo o viver espiritual, parado. O tédio invadiu as almas. A mocidade arrasta-se, envelhecida, das mesas das secretarias, para as mesas dos cafés. A ruína económica cresce, cresce, cresce…. O Comercio definha. A industria enfraquece. O salário diminuí, O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. A corrupção, tem desiludido o povo Português por forma a desinteressa-lo de todo da Politica, em que vê, não a competência dos que melhor podem governar mas apenas a rivalidade mesquinha de interesses pessoais ou Partidários…

Ao contrário do que podem pensar, não fui eu que escrevi estas palavras. Registou-as RAMALHO ORTIGÃO em Junho de 1871.