quinta-feira, 4 de maio de 2017

Vamos rir...

Um advogado conduzia distraído quando, num sinal de STOP, passa sem parar, em frente a uma viatura da GNR.
 GNR: – Ora muito boa tarde. Documentos e carta de condução, fáchavor…
 Advogado: – Mas por quê, Sr Guarda?
 GNR: – Não parou no sinal de STOP, ali atrás.
 Advogado: – Eu abrandei, e como não vinha ninguém…
 GNR: – Exactamente… Documentos e carta de condução, fáchavor…
 Advogado: – Você sabe qual é a diferença jurídica entre abrandar e parar?
 GNR: – A diferença é que a lei diz que num sinal de STOP, deve-se parar completamente. Documentos e carta de condução, fáchavor…
 Advogado: – Ou não, Sr Guarda. Eu sou advogado e sei das suas limitações na interpretação de texto de lei. Proponho-lhe o seguinte: Se você conseguir explicar-me a diferença legal entre abrandar e parar, eu mostro-lhe os documentos e você pode multar-me. Senão, vou-me embora sem multa.
 GNR: – Afirmativo, concordo… Pode fazer o favor de sair da viatura, Sr. Advogado?

O advogado desce e então a patrulha da GNR saca dos cacetes, e aquilo é porrada que até ferve, para cima do Advogado. Socos pra tudo quanto é lado, lambadas, biqueiradas nos dentes…

O advogado grita por socorro, e implora para pararem.
 E o GNR pergunta:
 – Quer que eu pare ou que abrande…!?
 Advogado: – PARE!… PARE!… PARE!…
 GNR: – Afirmativo, Documentos e carta de condução, fáchavor…

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Agora andam irritados...

A afronta de nos tomarem por parvos
(Opinião por: José Pacheco Pereira)

O secretário de Estado quer-nos convencer de algo muito mais grave: é de que não deu por ela que lhe faltavam os números do dinheiro que ia para os offshores.

O que sabemos sobre o dinheiro saído para os offshores durante a governação PSD-CDS?

Desde Passos Coelho, furioso e malcriado na Assembleia, até ao passa-culpas do anterior secretário de Estado dos Assuntos Fiscais Paulo Núncio, até ao silêncio da ex-ministra das Finanças que acha que não é nada com ela, todos estão a tomar-nos por parvos. Afinal, a culpa foi dos serviços que não fizeram a estatística devida, ou dos procedimentos informáticos, que, pelos vistos, foram modernizados só para um dos lados do escalão de rendimentos, mas que parecem funcionar muito mal no topo dos rendimentos, porque, tanto quanto eu saiba, não foram os funcionários públicos, nem os reformados, nem os empregados do comércio, nem os operários, nem os enfermeiros, nem os polícias, que colocaram o dinheiro em offshores. Aliás, já não é a primeira vez que estes tipos de implausibilidades acontecem nas finanças do Governo PSD-CDS, como foi o caso da “lista VIP”, já muito esquecido. (ler artigo complecto)