Para quem se apresenta publicamente num Blogue, após abandono profissional, e procura assuntos para evolução cultural (minha primeira etapa), terá que ter alguma coragem e poder de aventura. Humildemente realizarei apresentações, informarei o conveniente e respeitarei as amizades que possam surgir. Dos amigos que tenho e aos que se poderão juntar, espero um envolvimento construtivo. O meu abraço de agradecimento. António Rosa.
sábado, 16 de abril de 2016
terça-feira, 5 de abril de 2016
A letra "P"
Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso...
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor
português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque
preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para
poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora.
Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas
pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas,
porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir
para Portugal para pedir permissão para Papai para permanecer praticando
pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus,
pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu
penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras
pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas
picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações,
pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando
Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos,
pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos,
perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo.
Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo
pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente
para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para
Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos
portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
Parto, porém penso pintá-la permanentemente,
pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais,
porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu
prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir
praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez percurso
percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém,
Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar
pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente
prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai proferiu Pedro Paulo, pinto
porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para
poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo
pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu
prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita:
pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir
peregrinando.
Primeiro, pegaram
peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas,
pirarucus.
Partindo pela picada
próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles
primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo
próximo, pedreiro profissional perfeito.
Poucas palavras proferiram, porém prometeu
pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente
Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois
precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar
prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas
paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo. Pereceu pintando...
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência,
pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto,
pronto pararei.
sexta-feira, 1 de abril de 2016
sábado, 26 de março de 2016
Passos Coelho já não se ri !...
Opinião de Bernardo Ferrão
No dia em que Mário
Centeno se estreou no Parlamento, já lá vão três meses, foram notícia as
gargalhadas de Passos Coelho. Sentado no seu novo lugar, na primeira fila da
oposição, enquanto ouvia o ministro, o ex-PM ria-se muito. E com gosto. Na
semana passada, quando o Orçamento do Estado foi aprovado, Passos já não se
riu, bem pelo contrário, esteve sisudo, esfíngico mesmo – pudera! António Costa
tinha superado mais uma etapa.
Toda a gente
reconhece, incluindo o próprio primeiro-ministro, que, apesar dos obstáculos
que têm sido ultrapassados… (ler tudo)
domingo, 20 de março de 2016
Visita a São Tomé.
Visitando países
onde se fala português, calhou agora São Tomé.
Colocarei mais “histórias”
sobre este lindo e acolhedor país com suas gentes “doces” e cheias de simpatia.
Por agora fica a
foto de um local com que sempre sonhei. O marco do Equador no Ilhéu das Rolas (o centro do mundo).
quarta-feira, 9 de março de 2016
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Os primeiros meses de Costa
O imprevisto aconteceu: com as
inevitáveis alterações que sempre resultam de qualquer negociação, a Comissão
Europeia e o Eurogrupo aprovaram, pela primeira vez (desde a criação do euro),
um orçamento social e não um orçamento neoliberal! Não há ninguém com coragem
para o dizer?
Já não é surpresa para ninguém que Passos
Coelho, mau a governar, foi bom a influenciar quase toda a
comunicação social. Verdade seja que o mérito não foi só dele: a moda
neoliberal, convertida em pensamento único, faz coro com Berlim e com Bruxelas,
com o mesmo entusiasmo com que alinhava com a América de Bush e deprecia a de
Obama…
Não é de estranhar, pois, que se leia e se
ouça diariamente um coro de críticas e protestos contra António Costa, o seu
governo e a maioria que o apoia. Passos
dixit!
Um artigo de opinião que
deve ser lido para que os 4-0 aumentem e, que as razões de satisfação continuem.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
domingo, 14 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Tinha tudo...
Estava esta manhã
sentado ao lado de um sem-abrigo, quando ele me disse:
- A semana passada, ainda tinha tudo!
-Um cozinheiro para
as refeições,
-O meu quarto estava
limpo,
-As minhas roupas
lavadas e passadas,
-Tinha um tecto
sobre a cabeça,
-TV, Internet, ia à
Sala de Desportos, à Piscina, à Biblioteca,
-Podia ainda
Estudar...
Perguntei-lhe:
- O que é que se
passou? Droga? Álcool? Mulheres? Jogo?
- Não, não... saí da prisão !
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Subscrever:
Mensagens (Atom)










