Um jornal desprezível, nojento, reaccionário e racista. É assim que se deve ver as publicações deste pasquim.
Original do dito, que está a originar as queixas. (clicar na foto)
Para quem se apresenta publicamente num Blogue, após abandono profissional, e procura assuntos para evolução cultural (minha primeira etapa), terá que ter alguma coragem e poder de aventura. Humildemente realizarei apresentações, informarei o conveniente e respeitarei as amizades que possam surgir. Dos amigos que tenho e aos que se poderão juntar, espero um envolvimento construtivo. O meu abraço de agradecimento. António Rosa.
sábado, 28 de novembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Vai ter que tomar comprimidos para a digertão
António Costa indigitado primeiro ministro por Cavaco Silva...
sábado, 21 de novembro de 2015
terça-feira, 17 de novembro de 2015
O que lhes resta?
Depois dos patrões, Cavaco vai receber os donos do dinheiro (nosso).
Os portugueses de "importância" resume-se a este grupinho. O resto são os contribuintes
Os portugueses de "importância" resume-se a este grupinho. O resto são os contribuintes
sábado, 14 de novembro de 2015
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Reconheceu todos... (rir)
O paciente está deitado na cama.
Em seu redor está o seu médico, o advogado, a esposa e os filhos.
Todos esperam pelo último suspiro,
quando de repente, o paciente se senta, olha em redor e diz:
"Assassinos, ladrões,
ingratos, canalhas”.
Volta a deitar-se e, então, o
médico, confuso, diz:
Creio que ele está a melhorar.
- Por que diz isso, Doutor?
Pergunta a esposa.
"Porque reconheceu todos”
terça-feira, 10 de novembro de 2015
A comunicação social em Portugal é assim...
A realidade dos manifestantes da direita junto à Assembleia da Republica e o que a SIC - da direita - nos mostrou.
domingo, 8 de novembro de 2015
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Bilhete postal
Conta-se que numa
povoação do interior, nos tempos da monarquia, um grupo de pessoas se divertia
com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de
recados e de pequenas esmolas.
Diariamente
chamavam o “idiota” à feira onde se reuniam e ofereciam-lhe a escolha entre
duas moedas: uma grande, de 400 reis, e outra menor, de 2.000 reis.
Ele escolhia
sempre a moeda maior, a menos valiosa, o que era motivo de risota para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e
perguntou-lhe se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
– Eu sei –
respondeu o tolo – que ela vale cinco vezes menos, mas no dia em que eu
escolher a outra, a brincadeira acaba e nunca mais irei ganhar a minha moeda.
VÁRIAS CONCLUSÕES:
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre o é.
A segunda: Quem são os verdadeiros idiotas?
A terceira: Se formos gananciosos, acabamos por
estragar a nossa fonte de rendimentos.
A quarta: É gratificante a percepção de que podemos
estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Assim, o importante não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos.
Lição de bom proveito: O maior prazer da pessoa
inteligente é fazer-se de idiota, diante do idiota que se julga inteligente.
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
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